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    <title>OPUS 4 Latest Documents RSS Feed</title>
    <description>Latest documents</description>
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    <pubDate>Fri, 08 Apr 2011 10:53:35 +0200</pubDate>
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      <title>Notas gramaticais sobre Emakhuwa-Imeetto : Monografias Linguísticas Moçambicanas Número 6</title>
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      <description>Prefácio Estas notas gramaticais têm a sua origem num encontro de trabalho que teve lugar em Maio de 2002 na Localidade de Ntete, Distrito de Balama, na Província de Cabo Delgado. O ensino foi dirigido pelo linguista dr. Oliver Kröger. Marcaram presença o Presidente da Localidade de Ntete, o José Maninga, o Mwene Mphicimu, o Mwene Kotope, Líder Comunitário Akhulapa, Jacob Celestino Rahisse, Francisco Amimo Pihali, Benjamin Fernando Liua e dr. John David Iseminger. A elaboração deste esboço gramatical foi realizada num seminário linguístico nas instalações da Sociedade Internacional de Linguística em Nampula onde também fez parte o Arlindo de Sousa Hermínio. O que se procura nesta modesta contribuição ao ambiente sociocultural da nossa província é uma abordagem ao sistema gramatical de makhuwa-imeetto. Não é uma gramática completa, pois, é uma breve introdução. Mas o nosso desejo é que esta pequena obra seja útil aos que estão envolvidos na elaboração da literatura em makhuwa-imeetto e o seu ensino nos vários projectos de alfabetização na língua materna em Cabo Delgado. Queremos agradecer o Senhor Oliver Kröger pela iniciativa, apoio e desenvolvimento desta obra. dr. John David Iseminger Março ao ano 2009</description>
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      <category>book</category>
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      <pubDate>Thu, 04 Aug 2011 10:53:35 +0200</pubDate>
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      <title>Algumas notas gramaticais sobre Ecuwabu : Monografias Linguísticas Moçambicanas:Número 3</title>
      <link>http://publikationen.stub.uni-frankfurt.de/frontdoor/index/index/docId/22292</link>
      <description>Prefácio Estas notas gramaticais são o resultado dos trabalhos da Sociedade Internacional de Linguística (SIL), em Moçambique. O propósito da série Mongrafias Linguísticas Moçambicanas é de encorajar o uso da língua local, neste caso concreto, do Echuwabo através da descrição estruturada e facilitar ao público em geral um melhor acesso a mais um aspecto da rica cultura moçambicana. As notas sobre Ecuwabu foram produzidas durante o workshop “Descubra a Sua Língua”, conduzido no centro de treinamento da SIL, na cidade de Nampula, de 4 a 20 de Junho de 2006. Os participantes receberam formação na estrutura das línguas bantu em geral, depois investigaram suas línguas maternas. Esta brochura não serve como “a última palavra” sobre a língua Ecuwabu, mas serve para estimular mais interesse no uso e estudo da língua Ecuwabu, seja pelos falantes, seja por não falantes deste idioma. Importa salientar que a audiência que tinhamos na mente é o cidadão sem formação académica, aos estudiosos recomendamos a leitura dos livros e artigos linguísticos indicados no anexo bibliográfico. Queria agradecer o Sr. Romão Marçal, que teclou este documento no computador, e as nossas colegas, Sra. Susan Seiler e Sra. Marijane Beutler que fizeram o trabalho de formatação e impressão do presente livro. dr. Oliver Kröger Nampula, Junho de 2003</description>
      <author>Cipriano Jose Buramo; João Antônio Sulude; Jim Vinton</author>
      <category>book</category>
      <guid>http://publikationen.stub.uni-frankfurt.de/frontdoor/index/index/docId/22292</guid>
      <pubDate>Tue, 02 Aug 2011 14:02:53 +0200</pubDate>
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      <title>Angolagate : uma nódoa vergonhosa na história mais recente de Angola</title>
      <link>http://publikationen.stub.uni-frankfurt.de/frontdoor/index/index/docId/21977</link>
      <description>Conta-se que no século 18, um médico Vianés, ganhou fama por ter criado, o que se denominava na altura, por frenologia, um ramo do saber que, em vão, procurava determinar o carácter, as características da personalidade e os níveis de criminalidade de uma pessoa com o simples apalpar da cabeça e através da "leitura" das suas protuberâncias. A sua fama, ao chegar aos ouvidos do imperador, levou a que este o convidasse e lhe pedisse um exame a fim de ver como ele e os seus súbditos estavam nestes aspectos. Franz Joseph Gall, como se chamava o dito médico, assim que ia apalpando a cabeça do soberano e dos seus capangas mais entrava em pânico. Como iria dizer-lhes que as protuberâncias lhe diziam que estava diante dos maiores criminosos da história, e logo a eles os governantes da Áustria? O caso angolagate, talvez também me interesse por isso.</description>
      <author>João Catumbela</author>
      <category>workingpaper</category>
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      <pubDate>Mon, 27 Jun 2011 16:02:15 +0200</pubDate>
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      <title>Fanatismo Angolano : a necessidade urgente de uma cura</title>
      <link>http://publikationen.stub.uni-frankfurt.de/frontdoor/index/index/docId/21976</link>
      <description>Como curar um fanático? É a pergunta que faz Amos Oz no seu livro "Contra o Fanatismo". Um livro tipicamente de bolso, poucas páginas, leitura rápida, mas munido de alguma verdade importante. O fanatismo tem cura! Nas próximas linhas, não pretendo revelar a cura ao fanatismo, mas fazer uma simetria entre a obra do senhor Oz e a realidade vivida em Angola. Através desta reflexão (que) uma vez (seja) enveredada pelo povo angolano, talvez muitos problemas possam ser evitados no futuro.</description>
      <author>Ngandu J.R.</author>
      <category>workingpaper</category>
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      <pubDate>Mon, 27 Jun 2011 15:42:13 +0200</pubDate>
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      <title>O Grau Zero na Escrita Poética de Agostinho Neto</title>
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      <description>Só me resta dizer que se estivesse diante de meu pai, dir-lhe-ia que o grande mérito de Agostinho Neto não foi o de produzir poesia de qualidade, já que os seus textos não ultrapassam o nível sofrível, mas o facto de ele ter dado à sua mensagem uma estrutura poética a fim de fazer vingar o seu projecto político-ideológico, que culminou com a independência do país aos 11 de Novembro de 1975 e é nesta perspectiva que Neto terá de ser recordado, ou seja, como o Fundador da Nação Angolana, porque os seus poemas estão muito aquém do que se poderia considerar uma verdadeira obra de arte.</description>
      <author>Helena Wendo</author>
      <category>workingpaper</category>
      <guid>http://publikationen.stub.uni-frankfurt.de/frontdoor/index/index/docId/21974</guid>
      <pubDate>Mon, 27 Jun 2011 15:12:58 +0200</pubDate>
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      <title>A saga dos Chingunji</title>
      <link>http://publikationen.stub.uni-frankfurt.de/frontdoor/index/index/docId/21973</link>
      <description>Na verdade, é possível estabelecer um paralelo entre os Kennedy e os Chingunji. Isso poderia ser útil para se encontrar alguns pontos em comum sobre as fontes de uma saga. As sagas acontecem, por norma, em famílias numerosas, inteligentes, dinâmicas, empreendedoras, com um grande protagonismo social e político, que agem em função do projecto familiar de um patriarca. Diz-nos Klein que, para o caso dos Kennedy, a saga abateu-se sobre esta família pelo facto de Patrick Kennedy, um irlandês, que emigrou para os Estados Unidos da América, em 1858, ter deixado um legado de humilhação que estimulou a “imprudência e o comportamento arriscado dos seus descendentes”. Patrick Kennedy morreu aos 35 anos de tuberculose. Talvez não seja o caso do patriarca dos Chingunji, Eduardo Jonatão Chingunji. No entanto, não resta dúvida alguma de que o legado por ele deixado – meter-se na vida política – tenha, sob o efeito de bola de neve, levado todos os seus descendentes para o caminho dramático que se conhece.</description>
      <author>Albertina Nangasole</author>
      <category>workingpaper</category>
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      <pubDate>Mon, 27 Jun 2011 14:45:47 +0200</pubDate>
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      <title>As mulheres como o calcanhar de aquiles de Jonas Savimbi</title>
      <link>http://publikationen.stub.uni-frankfurt.de/frontdoor/index/index/docId/21972</link>
      <description>A Unita, na pessoa do seu presidente, JMS, demonstrou com uma estrutura de poder, marcada por nuances tradicionais e por querelas palacianas, pôde colocar a mulher nas situações mais extremas e caricatas. Para a questão em análise, não se trata de um conflito entre a instituição da família tradicional, assente na poligamia, e a moderna, que postula pela família monogâmica com os valores a si adstritos. Trata-se do uso, do abuso e da coisificação da mulher, em consequência de um poder autocrático que por vezes, e não foram poucas, mostrou ter perdido o controlo da situação. As mulheres de Jonas Savimbi dividem-se em aquelas que mais amou - e assumiu como “primeira-dama”, mas que também, por razões que se desconhecem mais odiou -, as amantes, que teve filhos com algumas delas, e outras, fruto de relações fortuitas, cujo segredos elas guardam a sete chaves.</description>
      <author>Albertina Nangasole</author>
      <category>workingpaper</category>
      <guid>http://publikationen.stub.uni-frankfurt.de/frontdoor/index/index/docId/21972</guid>
      <pubDate>Mon, 27 Jun 2011 14:29:37 +0200</pubDate>
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      <title>Imperialismo Ovimbundu : um falso problema</title>
      <link>http://publikationen.stub.uni-frankfurt.de/frontdoor/index/index/docId/21969</link>
      <description>À guisa de conclusão, e de acordo com Morais e Correia (1993), as causas da crise que vivem as populações pastoris e agropastoris do Sul de Angola que, inclusivamente as põem em risco de extinção, são os fracos apoios nos serviços de produção animal, a degradação da captação e retenção da água e a liberalização do comércio. Daí que, ao invés de se fazer dos Ovimbundu bode expiatório de alguns dos males que afectam esses grupos, dever-se-ia, como é óbvio, reforçar as capacidades locais, visando promover uma melhor adaptação dos Muíla, Kuvale e outros grupos da região para integrá-los, da melhor maneira, no contexto social e económico vigente em Angola. Isso não é apenas uma acção humanitária, mas o respeito dos direitos das populações marginalizadas e que necessitam também de se sentiram cidadãos. Por outras palavras: uma questão de Direitos Humanos.</description>
      <author>Alberto Kanjongo</author>
      <category>workingpaper</category>
      <guid>http://publikationen.stub.uni-frankfurt.de/frontdoor/index/index/docId/21969</guid>
      <pubDate>Mon, 27 Jun 2011 12:50:27 +0200</pubDate>
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      <title>O declínio do estado-nação : seu impacto nos países africanos, com destaque particular para Angola</title>
      <link>http://publikationen.stub.uni-frankfurt.de/frontdoor/index/index/docId/21968</link>
      <description>No caso de Angola, a nova ordem mundial foi de igual modo devastadora e não podia chegar no pior momento. A classe dirigente angolana e as suas elites, esforçam-se para seguir, à letra, os ditames do Ocidente. Em cada dia que passa é corrente vermos, no país, a tentativa de adoptar os modos de falar da antiga potência colonial e os modos de pensar, vestir, costumes de consumo, habitação, e a linguagem política do Ocidente. O significado, os valores autóctones, as estruturas familiares, as solidariedades clânicas, as cosmogonias comunitárias e as condutas que este geram foram simplesmente mutiladas, pervertidas e desacreditas. A cultura tradicional foi negada e asfixiada por uma cultura de imitação, porque institucionalmente se organizou o processo para o seu esquecimento, o que nos põe, cada vez mais, no abismo da periferia. Trata-se de uma tragédia, para um país como Angola que sustenta e alimenta, em grande medida, os ditos governos transnacionais que nos depilam a cada dia que passa.</description>
      <author>Madalena Canjaya Katumbu</author>
      <category>workingpaper</category>
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      <pubDate>Mon, 27 Jun 2011 12:33:30 +0200</pubDate>
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      <title>As etnias em Angola : uma nova abordagem</title>
      <link>http://publikationen.stub.uni-frankfurt.de/frontdoor/index/index/docId/21967</link>
      <description>A abordagem conceptual da categoria etnia, e as acções práticas dela derivadas, encontram-se, em Angola, profundamente matizadas pelo paradigma colonial. Sabe-se que em Angola os vários grupos étnicos, tal como aconteceu noutras paragens, foram agrupados em função de critérios linguísticos o que, durante o regime colonial, permitiu utilizar tal facto para um maior domínio e exploração dos mesmos.</description>
      <author>Alberto Kanjongo</author>
      <category>workingpaper</category>
      <guid>http://publikationen.stub.uni-frankfurt.de/frontdoor/index/index/docId/21967</guid>
      <pubDate>Mon, 27 Jun 2011 12:20:19 +0200</pubDate>
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      <title>Desacertos, omissões e excessos na actual antropologia Angolana</title>
      <link>http://publikationen.stub.uni-frankfurt.de/frontdoor/index/index/docId/21966</link>
      <description>Nas ciências sociais e humanas, e sobretudo em áreas como a Antropologia, já que, na sua maior parte são fruto de pesquisas qualitativas assentes em processos heurísticos derivados das informação obtidas através key informant, de pesquisas de campo, ou mesmas das narrativas vivenciais, recomenda-se toda a prudência e pouca pressa para se tirarem conclusões. Recordese que as "verdades absolutas" sempre foram perniciosas na história da humanidade, pois se, apossadas por poderes mal-intencionados, poderão ser nefastos para uma determinada comunidade. E, infelizmente a África está cheia desses exemplos.</description>
      <author>Alberto Kanjongo</author>
      <category>workingpaper</category>
      <guid>http://publikationen.stub.uni-frankfurt.de/frontdoor/index/index/docId/21966</guid>
      <pubDate>Mon, 27 Jun 2011 12:13:21 +0200</pubDate>
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      <title>Le « panafricanisme » expliqué à mon fils</title>
      <link>http://publikationen.stub.uni-frankfurt.de/frontdoor/index/index/docId/21493</link>
      <description>Au moment où l’Afrique en général, et le Ghana, en particulier, s’apprêtent à célébrer le centenaire de la naissance d’un des grands hommes politiques de l’Afrique contemporaine, je voudrais, en réponse à mon fils, examiner ces questions : quelle réception peut-on faire aujourd’hui du panafricanisme ? Que sont devenus les grands idéologues de ce mouvement ? L’Afrique a-t-elle encore une chance de rayonner un jour ? Chacun peut continuer la liste des questions. Comme chacun sait, du moins, je suppose, Kwame Nkrumah est né le 21 septembre 1909 et est incontestablement une des figures centrales du panafricanisme. Pendant que j’étais en train de parcourir un journal, mon fils me demande après avoir lu le mot « panafricanisme » : « Qu’est-ce que le panafricanisme ? » Ce terme échappe à toute définition évidente, je veux dire claire, nette et précise. Lors du 7ème congrès de ce mouvement panafricain réuni à Kampala, en Ouganda en 1994, les congressistes n’ont pu livrer une définition univoque. « Deux tendances [se sont affrontées] : celle inspirée de Kwame Nkrumah et des luttes de libération anti-impérialistes, l’autre, plus modérée, prônant une relation ‘’amicale’’ avec l’Occident ». Pour ma part, ne laissant place à aucune ambiguïté je choisirai naturellement la première, non sans relativiser l’importance accordée à l’anti- impérialisme. L’Afrique ne souffre plus du colonialisme mais de ses propres fils. (...) Le panafricanisme de Nkrumah et ses amis est « mort » et notre Afrique contemporaine continue de le tuer. Pour mieux te faire comprendre ce que je veux te dire, je voudrais que tu suives avec moi 3 idées fortes qui vont peut-être te convaincre ou te dégoûter, peu importe. -------------------------------------------------------------------------------------------------- CRELAF (Cercle de Reflexion des Etudiants en Littératures Africaines), Département de Littératures Africaines, Université Omar Bongo, Gabon</description>
      <author>Charles Edgar Mombo</author>
      <category>workingpaper</category>
      <guid>http://publikationen.stub.uni-frankfurt.de/frontdoor/index/index/docId/21493</guid>
      <pubDate>Fri, 20 May 2011 11:43:46 +0200</pubDate>
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      <title>Parole, double et ponctuation : l’écriture d’Alain Mabanckou est ponctuée par des points</title>
      <link>http://publikationen.stub.uni-frankfurt.de/frontdoor/index/index/docId/21271</link>
      <description>L’analyse qui suit a pour objet la notion du double chez Alain Mabanckou. Cette notion est étudiée telle qu’elle se donne à lire dans Mémoire de porc-épic, roman paru en 2006 aux éditions du Seuil. Ce qui nous intéresse ici c’est le rapport possible existant entre double, parole et ponctuation. Présenté ainsi, nous cherchons à comprendre cette particularité du texte de Mabanckou qui est une longue phrase sans ponctuation, sinon n’étant ponctuée que par des virgules.</description>
      <author>Brice Levy Koumba</author>
      <category>workingpaper</category>
      <guid>http://publikationen.stub.uni-frankfurt.de/frontdoor/index/index/docId/21271</guid>
      <pubDate>Mon, 09 May 2011 09:33:17 +0200</pubDate>
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      <title>O papel da política social no desenvolvimento : O caso da Guiné-Bissau. Contributos para o debate sobre regimes de bem-estar em contextos de fragilidade estatal</title>
      <link>http://publikationen.stub.uni-frankfurt.de/frontdoor/index/index/docId/10960</link>
      <description>Qual o papel que a política social desempenha no desenvolvimento? Que ferramentas teóricas e conceptuais podemos usar para compreender melhor esse papel - considerando que as de que dispomos actualmente são, na maioria, as associadas aos modelos socioeconómicos e políticos dos países mais industrializados? Neste trabalho procuramos analisar estas questões, com base na reflexão sobre os modelos de regimes de bem-estar aplicados à realidade dos países em desenvolvimento. Nesta discussão recorremos a um conceito de política social abrangente e, nesse sentido, procurámos identificar a multi-dimensionalidade de funções que aquela pode desempenhar no desenvolvimento, designadamente em sociedades caracterizadas pela instabilidade e pela fragilidade institucional. Por outro lado, considerando a dependência que grande parte dos PED vive em relação à ajuda pública ao desenvolvimento, procurámos perceber também, de que modo a política social é entendida pelos actores-chave da cooperação – qual a posição que ocupa na agenda actual, dominada pelos objectivos da luta contra a pobreza, da melhoria dos níveis de saúde e de educação? Este articulado de questões está vertido na análise do caso da Guiné-Bissau numa perspectiva de regime de bem-estar, cuja evolução recente tem sido marcada pela instabilidade política, conflito, e degradação dos níveis de bem-estar. Palavras-Chave: Política Social, regimes de bem-estar, cooperação para o desenvolvimento, Estados “frágeis,” Guiné-Bissau</description>
      <author>Tânia Helena de Assunção Franco dos Santos</author>
      <category>book</category>
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      <pubDate>Fri, 06 May 2011 10:19:41 +0200</pubDate>
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      <title>Flora et Vegetatio Sudano-Sambesica : Volume 12 - 2009</title>
      <link>http://publikationen.stub.uni-frankfurt.de/frontdoor/index/index/docId/16835</link>
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      <category>periodicalpart</category>
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      <pubDate>Tue, 05 Apr 2011 17:01:18 +0200</pubDate>
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    <item>
      <title>Von rücksichtsloser Dominanz zu verantwortungsbewusstem Miteinander? : Zur Rolle britisch-multinationaler Verlage in der Entwicklung der Buchmärkte des anglophonen Afrika</title>
      <link>http://publikationen.stub.uni-frankfurt.de/frontdoor/index/index/docId/20779</link>
      <description>In der vorliegenden Arbeit soll untersucht werden, welche Bedeutung die ausländischen Verlagsunternehmen für die Buchmärkte des anglophonen Afrika hatten. Die erfolgreichsten und am weitläufigsten aufgestellten Verlage, die bereits zu Kolonialzeiten den Weg in das afrikanische Geschäft mit Schulbüchern gesucht hatten, waren und sind im anglophonen Afrika bis heute die Häuser Longman, Oxford University Press (Oxford UP, OUP), Macmillan und Heinemann Educational Books (HEB). Im Folgenden werden daher diese Unternehmen im Fokus der Ausführungen stehen. (...) Der Blick wird in dieser Arbeit über die 1960er und 1970er Jahre hinaus gerichtet – in einer chronologisch vorgehenden Untersuchung soll herausgearbeitet werden, auf welche Art die ursprünglich britischen Verlagskonzerne den anglophonen Buchmärkten bis heute verbunden sind. Ziel dieser Analyse wird es sein herauszustellen, ob und in welcher Weise sich das Engagement der Verlage im Verlauf der Jahrzehnte gewandelt hat und welche Auswirkungen ihre Aktivitäten auf die betreffenden Märkte hatten. Ist heute – im Gegensatz zu den erhobenen Vorwürfen der 1960er und 1970er Jahre – ein verantwortungsbewusstes Handeln der Verlage und ihrer Mutterkonzerne gegenüber den Buchmärkten, in denen sie tätig sind, auszumachen?</description>
      <author>Merle Schierenberg</author>
      <category>book</category>
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      <pubDate>Tue, 01 Feb 2011 13:38:06 +0100</pubDate>
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      <title>Centre Culturel Français : Programme Novembre - Décembre 2009</title>
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      <pubDate>Mon, 22 Nov 2010 08:49:43 +0100</pubDate>
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      <title>Centre Culturel Français : Programme Septembre - Octobre 2009</title>
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      <pubDate>Mon, 22 Nov 2010 08:35:13 +0100</pubDate>
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      <title>Centre Culturel Français : Programme Mars - Avril 2009</title>
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      <pubDate>Mon, 22 Nov 2010 08:32:06 +0100</pubDate>
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    <item>
      <title>Centre Culturel Français : Programme Mai - Juin - Juillet 2009</title>
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      <pubDate>Tue, 16 Nov 2010 14:18:54 +0100</pubDate>
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      <title>Centre Culturel Français : Programme Janvier - Février 2009</title>
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      <pubDate>Tue, 16 Nov 2010 14:01:47 +0100</pubDate>
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      <title>Schweiz - Mosambik : 30 Jahre bilaterale Zusammenarbeit von 1979 bis 2009</title>
      <link>http://publikationen.stub.uni-frankfurt.de/frontdoor/index/index/docId/15189</link>
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      <pubDate>Fri, 27 Aug 2010 14:07:31 +0200</pubDate>
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      <title>Reclaiming our language through education : teaching in Lusoga in primary schools: what change in and out of the classroom?</title>
      <link>http://publikationen.stub.uni-frankfurt.de/frontdoor/index/index/docId/11776</link>
      <description>In late 2006/early 2007, the Cultural Research Centre (CRC), with financial and technical support from the Cross-Cultural Foundation of Uganda, carried out research in Iganga and Namutumba districts to gauge the impact of the introduction of the local language as a medium of instruction in ‘pilot’ lower primary school classes. Our research was in response to new circumstances in Uganda’s education sector, with Government introducing teaching in local languages in lower primary classes from February 2007. This was accompanied by a “thematic curriculum”, to develop early childhood skills that are fundamental to continuing educational performance in numeracy, literacy and life skills. This was a departure from the earlier emphasis on the acquisition of facts in various subjects in primary schools, mostly focusing on recall, and mostly taught in English. This nationwide policy followed a pilot initiative in four districts, including Iganga (later split into Iganga and parts of Namutumba districts), where 15 pilot schools had been chosen. Instruction in Lusoga in Primary 1 to 3 classes started there in 2005, following a period of teacher training. From the outset however, parents, teachers, pupils and others raised questions: was teaching in the local language possible, and would it make a positive difference to learning?</description>
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      <category>workingpaper</category>
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      <pubDate>Tue, 21 Apr 2009 12:53:46 +0200</pubDate>
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      <title>Female clan leaders and women's empowerment in Lango</title>
      <link>http://publikationen.stub.uni-frankfurt.de/frontdoor/index/index/docId/11772</link>
      <description>In Lango, Northern Uganda, 20 years of war, cattle rustling and HIV/AIDS have resulted in widespread loss of life, population displacement, and loss of property. In spite of this turmoil, some traditional cultural practices, such as widow inheritance, early child marriage, and widow cleansing continued, although they were increasingly seen to conflict with ‘modern’ development thinking, especially when infringing women and children’s rights. External development actors first tried to address this situation by ‘sensitising’ communities, but with limited success. It however soon became evident that clan leaders were instrumental in perpetuating cultural practices: in the early 2000’s, they became increasingly identified as key actors to address harmful traditions and to resolve conflicts. With the many trials faced by local communities, women’s roles in supporting the family institution and upholding cultural values had however expanded too. Several development organisations were established to address the challenges related to these changes and one was the Lango Female Clan Leaders’ Association, with a focus on promoting girls’ education and access to justice for women. This case study examines the role that these female clan leaders have successfully played in tackling current gender- related challenges. It explores the interface between traditional and modern gender concepts and the value of working with cultural resource persons to address cultural challenges. The study involved desk research, field based semistructure interviews, focus group discussions with 30 respondents and key informants, and a validation write-shop, all held in the course of 2008.</description>
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      <category>workingpaper</category>
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      <pubDate>Tue, 21 Apr 2009 12:37:25 +0200</pubDate>
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      <title>Lexicography in Gabon : a survey</title>
      <link>http://publikationen.stub.uni-frankfurt.de/frontdoor/index/index/docId/11745</link>
      <description>This paper traces the historical development of lexicography in Gabon. Gabon, like most African countries, is multilingual. The recent inventories of languages spoken in Gabon are those established by Jacquot (1978) and Kwenzi-Mikala (1998). According to Kwenzi-Mikala (1997), there are 62 speech forms divided into 10 language groups or language-units in Gabon. These speech forms co-exist with French, the official language. In fact, in article 2 of paragraph 8 of the revised Constitution of 1994 the following can be read: "The Gabonese Republic adopts French as the official language. Furthermore, she endeavours to protect and promote the national languages." This constitutional arrangement naturally makes French the language used in education, administration and the media. The survey of lexicography in Gabon that is presented here includes the linguistic situation in and the language policy of Gabon, the lexicographic survey itself, as well as the lexicographic needs of the different speech forms (including languages and dialects). Initially, the pioneers of Gabonese lexicography were missionaries or colonial administrators. Very little was done in this field by the Gabonese themselves. Although credit is to be given to these early works, there are a number of shortcomings regarding the linguistic as well as the metalexicographic contents of dictionaries and lexicons produced during this period. In fact, the main weak point of those studies was the lack of tones in the written transcription of oral productions and orthographic problems. Furthermore, in those contributions, the theory of lexicography is largely unknown and lexico-graphic works are hardly ever based on authentic data corpora of the languages being described.</description>
      <author>B. Nyangone Assam; P.A. Mavoungou</author>
      <category>article</category>
      <guid>http://publikationen.stub.uni-frankfurt.de/frontdoor/index/index/docId/11745</guid>
      <pubDate>Mon, 20 Apr 2009 16:21:09 +0200</pubDate>
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