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Introdução à ortografia de Echuwabu
(2010)
- Comparado com Português, Echuwabu tem uma escrita simples e regularizada. Por isso, quem aprende algumas regras básicas há de ver que a leitura em Echuwabu não é igual a Português, mas também não é difícil! Nas línguas nacionais, todas as palavras são escritas como são pronunciadas.
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NABE news / National Association for Bilingual Education. 2009, 2010 December / January
(2010)
- Contributing to NABE News - Guidelines for Writers 2 ; Letter from the President 4 ; Conceptualizing a Schoolwide Bilingual Literacy Model: Closing the Achievement Gap through Systematic Formative Assessment - Doris Luft Baker 6 ; Asian and Pacific Islanders Asian American English Language Learners’ Identity Formation and Dynamic Transformation - Deoksoon Kim 10 ; Indigenous Bilingual Education Mother Tongue Education - Jon Reyhner, Northern Arizona University 12 ; Improving the Literacy Skills of Children and Young Adults - Leo Gómez 12
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NABE news / National Association for Bilingual Education. 2010, February/March
(2010)
- Letter from the President 4 ; Indigenous Bilingual Education in Vietnam: Initiatives and Lessons America’s Schools Can Learn From Eirini Gouleta 5 ; The Effects of Music on Spanish- Dominant Kindergarteners - Sandra B. Chong 10 ; Indigenous Bilingual Education “Essie’s Story” Insightful Words from an Old Teacher to Teachers Today - Chelsea Bergner, Northern Arizona University 14 ; Asian and Pacific Islanders Supporting Asian Immigrant Families of Children with Disabilities Effectively - Lusa Lo, Ed.D., University of
Massachusetts, Boston 16 ; Peace Corps, an undervalued source of bilingual support? - Brock Brady 19
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NABE news / National Association for Bilingual Education. 2010, April/May
(2010)
- Contributing to NABE News - Guidelines 2 ; Letter from the President 4 ; NABE 2010 Conference Highlights 5 ; Student Essay Winners 7 ; Teacher of the Year 9 ; Dissertation Award Winners 10 ; Innovating Scholarship Through Technology, Social Networking and the Community Along the U.S. and Mexico Border - Dr. Edith Esparza-Young 11 ; Indigenous Bilingual Education Alaska Native Education: Views From Within - Navin Singh and Jon Reyhner 15 ; Asian and Pacific Islanders Working with Asian Immigrant Parents of Young Children - Kerry Lee 18
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NABE news / National Association for Bilingual Education. 2010, June/July
(2010)
- Contributing to NABE News - Guidelines for Writers 2 ; Letter from the President 4 ; Bilingual Dyads
in the Science Classroom: Infusing the 5E Model with Student Talk - María G. Arreguín-Anderson and
Lynda Cavazos, University of Texas at San Antonio 5 ; Developing Science Bi-literacy: Maximizing Bilingual Students’ Learning - Zulmaris Diaz 8 ; Asian and Pacific Islanders Learning Style Preferences of Asian Students - Clara C. Park, California State University 13 ; Indigenous Bilingual Education Place-based Education - Jon Reyhner, Northern Arizona University 16 ; La Educaciõn Bilingüe o Multicultural en Centro America y La Republica Domicana 18
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NABE news / National Association for Bilingual Education. 2011, March/June
(2011)
- Contributing to NABE News - Guidelines for Writers 2 ; Letter from the President 4 ; Words of the World: Will Globalization Hurt World Languages? - Mariella Espinoza-Herold & Navin Singh 5 ; Bilingual Education in Italian Schools in Croatia: Diachronic and Synchronic Official Position and the New Linguistic Situation - Rita Scotti Juric & Nada Poropat 9 ; Globalization and the Changing of Parental Perceptions towards Multilingualism - Navin Singh & Mariella Esppinoza-Herold 12 ; Asian and Pacific Islanders: How about a National Consortium to Prepare Asian Bilingual Teachers? Clara C. Park 14 ; Personal Privilege Statement Texas Representative - Ana Hernandez Luna 16 ; NABE 2011 Conference highlights 17 ; Outstanding Citizen of the Year Award 19 ; Outstanding Dissertation Winners 20 ; Student Essay Winners 22 ; Bilingual Teacher of the Year 25 ; El desarrollo del español para maestros en programas de educación dual- Luis A. Rosado, Lidia Morris & Kelly A. Rosado 26 ; Indigenous Bilingual Education Honoring Our Heritage - Jon Reyhne 29
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Algumas notas gramaticais sobre a língua Ekoti : Monografias Linguísticas MoçambicanasNúmero 4
(2010)
- Prefácio Este esboço gramatical teve origem nos trabalhos da Sociedade Internacional de Linguística (SIL) em Moçambique. O que se procura nesta modesta contribuição ao ambiente sociocultural é apresentar um modelo simples da descrição de aspectos gramaticais para encorajar o uso da língua local e facilitar ao público um melhor acesso a um aspecto da sua rica cultura. O esboço aqui apresentado é uma breve introdução à língua Ekoti que foi produzido durante um seminário linguístico em Julho 2004 no escritório do programa Ekoti em Angoche. Este pequeno estudo segue o padrão das “Notas Gramaticais sobre a Língua Emakhuwa”, o primeiro estudo na série “Monografias Linguísticas Moçambicanas, elaborado em 2003, imprimido em 2006. Queremos endereçar os nossos agradecimentos calorosos ao Governo Distrital do Distrito de Angoche, ao Conselho Municipal, e à Direcção Distrital da Educação e Cultura que facilitam um clima vantajoso para o desenvolvimento e a pesquisa da língua Ekoti. Também queríamos agradecer ao povo Koti que tem o orgulho de elogiar a sua própria língua e sabedoria cultural. Akhili maali 'Ideias são riqueza' (provérbio local) Os autores Angoche, Abril de 2007
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Algumas notas gramaticais sobre Imarenje
(2006)
- Prefácio (...) O Objectivo A finalidade deste livrinho é de publicar dados de uma língua minoritária para contribuir ao património cultural da nação moçambicana, de que Imarenje faz parte. O próximo passo será a implem-entação de mais correcções e modificações necessárias, seja nos detalhes ortográficos, seja na escolha de exemplos e frases. Neste sentido faço um apelo a todos que se interessam pelo desenvolvi-mento das línguas nacionais, em particular aos falantes de Imarenje: Façam comentários, contribuam para que futuras edições deste livrinho possam ser mais ricas! Oliver Kröger Editor da série Monografias Linguísticas Moçambicanas Nampula, Outubro de 2006
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Algumas notas gramaticais sobre Xingoni : Monografias Linguísticas Moçambicanas:Número 5
(2008)
- 1 Introdução Os falantes da língua Xingoni são os descendentes do grupo etnolinguístico oriundo das migrações dos Nguni. No mfecane, causado pelas guerras do Shaka Zulu e Dingiswayo, numerosas populações foram movimentadas em vastas zonas geográficas de África Austral. Essas ondas demográficas chegaram até a província de Cabo Delgado. Xingoni é a variante de referência, falada nos distritos de Montepuez, Nangade, Meluco, Mueda, Muidumbe e Nangade. Existe a probabilidade da existência de mais falantes do Xingoni na província do Niassa, no distrito de Milepa e na província de Tete, concretamente no distrito de Angônia. Fora do território nacional, o Xingoni é também falado no Malawi e na Tanzânia. Também se ouve falar duma língua Xingoni na Zâmbia. Dado que a língua Xingoni pertence às línguas moçambicanas menos estudadas, achei oportuno convidar um grupo de falantes ao workshop “Descubra a sua língua” que teve lugar em Abril deste ano. Juntaram-se aos outros participantes e desenvolveram actividades que culminaram na produção desta versão experimental daquilo que mais tarde se possam tornar “Algumas Notas gramaticais sobre a língua Xingoni.” O modelo da descrição segue os mesmos princípios que norteavam as notas gramaticais das línguas Emakhuwa, Etakwane, Imarenje e Ekoti. Espero que essas notas possam servir de modelo e inspiração para elaborar mais descrições gramaticais nas línguas menos estudadas. Oliver Kröger Assessor linguístico da SIL Moçambique Nampula, dia 3 de Agosto de 2006
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Harufu za Ekoti : Alfabeto da língua Ekoti
(2010)
- Harufu za Ekoti : Alfabeto da língua Ekoti