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Introdução à ortografia de Echuwabu
(2010)
- Comparado com Português, Echuwabu tem uma escrita simples e regularizada. Por isso, quem aprende algumas regras básicas há de ver que a leitura em Echuwabu não é igual a Português, mas também não é difícil! Nas línguas nacionais, todas as palavras são escritas como são pronunciadas.
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Introdução à ortografia de Cinyanja
(2010)
- Comparado com Português, Cinyanja tem uma escrita simples e regularizada. Por isso, quem aprende algumas regras básicas há de ver que a leitura em Cinyanja não é igual a Português, mas também não é difícil! Nas línguas nacionais, todas as palavras são escritas como são pronunciadas.
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Introdução à ortografia de Lomwé
(2010)
- Comparado com Português, Elomwe tem uma escrita simples e regularizada. Por isso, quem aprende algumas regras básicas há de ver que a leitura em Elomwe não é igual a Português, mas também não é difícil! Nas línguas nacionais, todas as palavras são escritas como são pronunciadas.
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Introdução à ortografia de Makhuwa
(2010)
- Comparado com Português, Makhuwa tem uma escrita simples e regularizada. Por isso, quem aprende algumas regras básicas há de ver que a leitura em Makhuwa não é igual a Português, mas também não é difícil!
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Notas gramaticais sobre Emakhuwa-Imeetto : Monografias Linguísticas Moçambicanas Número 6
(2009)
- Prefácio Estas notas gramaticais têm a sua origem num encontro de trabalho que teve lugar em Maio de 2002 na Localidade de Ntete, Distrito de Balama, na Província de Cabo Delgado. O ensino foi dirigido pelo linguista dr. Oliver Kröger. Marcaram presença o Presidente da Localidade de Ntete, o José Maninga, o Mwene Mphicimu, o Mwene Kotope, Líder Comunitário Akhulapa, Jacob Celestino Rahisse, Francisco Amimo Pihali, Benjamin Fernando Liua e dr. John David Iseminger. A elaboração deste esboço gramatical foi realizada num seminário linguístico nas instalações da Sociedade Internacional de Linguística em Nampula onde também fez parte o Arlindo de Sousa Hermínio. O que se procura nesta modesta contribuição ao ambiente sociocultural da nossa província é uma abordagem ao sistema gramatical de makhuwa-imeetto. Não é uma gramática completa, pois, é uma breve introdução. Mas o nosso desejo é que esta pequena obra seja útil aos que estão envolvidos na elaboração da literatura em makhuwa-imeetto e o seu ensino nos vários projectos de alfabetização na língua materna em Cabo Delgado. Queremos agradecer o Senhor Oliver Kröger pela iniciativa, apoio e desenvolvimento desta obra. dr. John David Iseminger Março ao ano 2009
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Introdução à ortografia de Kimwani
(2010)
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Fundamentos para uma escrita do Hunsrückisch falado no Brasil
(2007)
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Cléo V. Altenhofen
Jaqueline Frey
Maria Lidiani Käfer
Mário S. Klassmann
Gerson R. Neumann
Karen Pupp Spinassé
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Ensino e avaliação de rendimento em alemão como língua estrangeira para falantes de dialeto
(2007)
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Valesca T. Altenhofen
Margarete Schlatter
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“Krieg ist Krieg ist Krieg” («Guerra é guerra é guerra») : repetição e recriação no 'discurso fraseológico'
(2010)
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Francisca Athayde
- Ao apelo da Universidade de Coimbra para que, no âmbito da sua semana Cultural, as Faculdades e outros organismos que nela se acolhem glosem o tema da “Imaginação”, responde o Instituto de Estudos Alemães com o colóquio Imaginação do mesmo: a diferença na repetição. No texto que enquadra o conjunto de contributos que hoje aqui se apresentam, se afirma, a dado passo, que “Há inovação e transformação não na impossível invenção de uma origem, mas sim na capacidade de articulação produtiva”. Pode esta ser uma boa síntese daquilo que a moderna descendência da espécie homo leva a cabo, enquanto homo sapiens (sapiens) e, portanto, homo loquens, no exercício da faculdade que é, a um tempo, o seu mais poderoso instrumento de cognição e o mais eficaz e económico veículo de comunicação – competição e cooperação são, recordo, os principais pilares em que assenta o processo da sua sobrevivência enquanto espécie.
Criadas as línguas, de que espaço de manobra dispõe o “homem que fala”, que é também um homo socialis, para as recriar, reinventar, adaptando-as às sempre renovadas coordenadas sociológicas em que se situa e de que ele próprio é o arquitecto?
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Imagem, texto, sensibilização, criatividade
(1997)
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João Azenha Junior
Claudia Dornbusch
Masa Nomura