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Os 'learner´s dictionaries' do inglês e os 'Lernwörterbücher' do alemão: uma simples transposição de nomes?
(2010)
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Carolina Reolon Jardim
Félix Bugueño Miranda
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Abordagens de ensino e aprendizagem de línguas : comunicativa e intercultural
(2010)
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Maria Nilse Schneider
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Análise da macro e da microestrutura de dicionários bilíngues português-alemão / alemão-português
(2010)
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Virginia Sita Farias
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Heinrich Pleticha; Hans Peter Thiel (Hrsg.) . Von Wort zu Wort. Schülerhandbuch Deutsch. Berlin: Cornelsen, 2005 (528 p.)
(2010)
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Félix Bugueño Miranda
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Introdução à ortografia de Echuwabu
(2010)
- Comparado com Português, Echuwabu tem uma escrita simples e regularizada. Por isso, quem aprende algumas regras básicas há de ver que a leitura em Echuwabu não é igual a Português, mas também não é difícil! Nas línguas nacionais, todas as palavras são escritas como são pronunciadas.
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Introdução à ortografia de Cinyanja
(2010)
- Comparado com Português, Cinyanja tem uma escrita simples e regularizada. Por isso, quem aprende algumas regras básicas há de ver que a leitura em Cinyanja não é igual a Português, mas também não é difícil! Nas línguas nacionais, todas as palavras são escritas como são pronunciadas.
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Introdução à ortografia de Lomwé
(2010)
- Comparado com Português, Elomwe tem uma escrita simples e regularizada. Por isso, quem aprende algumas regras básicas há de ver que a leitura em Elomwe não é igual a Português, mas também não é difícil! Nas línguas nacionais, todas as palavras são escritas como são pronunciadas.
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Introdução à ortografia de Makhuwa
(2010)
- Comparado com Português, Makhuwa tem uma escrita simples e regularizada. Por isso, quem aprende algumas regras básicas há de ver que a leitura em Makhuwa não é igual a Português, mas também não é difícil!
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Introdução à ortografia de Kimwani
(2010)
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“Krieg ist Krieg ist Krieg” («Guerra é guerra é guerra») : repetição e recriação no 'discurso fraseológico'
(2010)
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Francisca Athayde
- Ao apelo da Universidade de Coimbra para que, no âmbito da sua semana Cultural, as Faculdades e outros organismos que nela se acolhem glosem o tema da “Imaginação”, responde o Instituto de Estudos Alemães com o colóquio Imaginação do mesmo: a diferença na repetição. No texto que enquadra o conjunto de contributos que hoje aqui se apresentam, se afirma, a dado passo, que “Há inovação e transformação não na impossível invenção de uma origem, mas sim na capacidade de articulação produtiva”. Pode esta ser uma boa síntese daquilo que a moderna descendência da espécie homo leva a cabo, enquanto homo sapiens (sapiens) e, portanto, homo loquens, no exercício da faculdade que é, a um tempo, o seu mais poderoso instrumento de cognição e o mais eficaz e económico veículo de comunicação – competição e cooperação são, recordo, os principais pilares em que assenta o processo da sua sobrevivência enquanto espécie.
Criadas as línguas, de que espaço de manobra dispõe o “homem que fala”, que é também um homo socialis, para as recriar, reinventar, adaptando-as às sempre renovadas coordenadas sociológicas em que se situa e de que ele próprio é o arquitecto?