Allgemeine und Vergleichende Literaturwissenschaft
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“Eine Kneipe ist wie ein Film” : Aproximações entre o cinema de Fatih Akin e o Neuer Deutscher Film de três décadas atrás
(2010)
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Gabriela Wondracek Linck
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Aspectos românticos, naturalistas e simbolistas em "A mulher sem sombra" de Hugo von Hofmannsthal
(2000)
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Karin Volobuef
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Friedrich Schiller e Gonçalves Dias
(2005)
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Karin Volobuef
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O trabalho filológico na tradução: considerações gerais sobre as traduções do médio alto-alemão para o português
(1998)
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Mário Eduardo Viaro
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O estranho e o próprio: projeção, diferença e reminiscência em "A missão" de Heiner Müller
(2000)
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Florian Vaßen
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Os dois Brasis de Marie Luise Kaschnitz
(1998)
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Celeste H. M. Ribeiro de Sousa
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Memória e pertença identitária no romance "Andernorts" (2010) de Doron Rabinovici
(2012)
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Anabela Valente Simões
- Nas eleições legislativas de 3 de Outubro de 1999, a Österreichische Volkspartei liderada por Wolfgang Schüssel forma governo com a terceira força partidária do país, a Freiheitliche Partei Österreichs, dirigida pelo controverso governador da Caríntia Jörg Haider que, com os seus discursos de cariz claramente xenófobo, lançou o olhar da Europa sobre a Áustria pelas piores razões. No rescaldo desta coligação, mediante um cenário que, em larga escala, parecia representar um retrocesso no passado, o escritor e ativista político austríaco de origem judaica Doron Rabinovici publica um texto no jornal israelita HaGalil, ao qual dá o curioso título “Doron R. und D. Rabinovici. Der nationale Doppler”. Trata-se, na verdade, de uma espécie de diálogo assumidamente esquizofrénico no qual Doron R., o israelita, interpela D. Rabinovici, o austríaco, e o desafia a repensarem a sua relação [...]. Em 2010, uma década após ter publicado este texto, Rabinovici regressa ao registo literário com Andernorts, romance onde parece retomar esse diálogo. Se, no final da década de noventa, D. Rabinovici, o austríaco, reconhece que se sente simultaneamente parte integrante da cidade de Viena, porém também um estranho, porque, no fundo, o seu país é responsável pela morte de milhões de membros do seu povo, o protagonista do romance aqui em apreço, Ethan Rosen, também ele um israelita que vive em Viena, tece considerações semelhantes, mas desta feita relativamente a Israel: “Er wusste sich zu Hause, fühlte sich so heimisch und fremd zugleich, da ihn die Sehnsucht erfaßte sofort wiederfortzufliegen”. (Rabinovici 2010, 80)
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"Zeugnis" e "Testimonio": um caso de intraduzibilidade entre conceitos
(2002)
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Márcio Seligmann-Silva
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Conceito de amor: comparação entre estudantes brasileiros e alemães
(2002)
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Ulrike Schröder
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Heiner Müller e Brecht
(2000)
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Ruth Röhl