Allgemeine und Vergleichende Literaturwissenschaft
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A institucionalização e a literarização do filme
(2010)
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Joachim Paech
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“Eine Kneipe ist wie ein Film” : Aproximações entre o cinema de Fatih Akin e o Neuer Deutscher Film de três décadas atrás
(2010)
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Gabriela Wondracek Linck
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Literatura e luz : iluminação elétrica, teatro e o filme expressionista
(2010)
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Michael Korfmann
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Franz Kafka e o medium Kaiserpanorama
(2010)
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Thiago Benites dos Santos
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Anais do Seminário Nacional Vanguardas, Surrealismo e Modernidade : Europa e Américas
(2010)
- Estes anais reúnem os trabalhos que, após apresentação no Seminário Nacional Vanguardas, Surrealismo e Modernidade: Europa e Américas, foram entregues, no prazo estabelecido, por seus autores à Comissão Organizadora do Congresso; foram todos submetidos a processo de avaliação por pareceristas, desenvolvido pela Comissão Científica de Publicação dos Anais, com a colaboração de pareceristas ad hoc externos à Comissão e à UFRGS, sob a coordenação de Robert Ponge, Ruben Daniel Méndez Castiglioni, Janaína de Azevedo Baladão e Nara H. N. Machado. – Os coordenadores do evento agradecem: aos professores Michael Korfmann e Gerson R. Neumann, editores da Contingentia, por acolher a publicação dos anais nas páginas de sua revista; à acadêmica Gabriela W. Linck, monitora da revista, pelas tarefas decorrentes da inserção dos anais na Contingentia.
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Salsicharias, tabernas e restaurantes : Estabelecimentos de restauração nos contextos alemão e português. Algumas notas
(2010)
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Cornelia Plag
Maria António Hörster
- O que vamos apresentar são reflexões partilhadas, que não têm a pretensão de fornecer soluções milagrosas de tradução, mas apenas apresentar alguns percursos para se chegar à construção de resultados.
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Fernando Pessoa, leitor de Schiller : Uma aproximação à língua alemã
(2010)
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Claudia J. Fischer
- Um olhar rápido sobre os títulos constantes da sua biblioteca particular7 torna claro que Pessoa lia os autores alemães em traduções inglesas e francesas. Contudo, um escrutínio mais atento da sua biblioteca e dos seus apontamentos revela que o acompanharam ao longo da sua vida não só uma vontade mas também algumas tentativas concretas de enveredar pelo estudo da língua alemã, no intuito de fazer justiça à sua própria imposição formulada por volta do ano de 1912:
"Um grande poeta retórico ou epigramático pode ser lido em tradução, sendo ela boa; quem não sabe a língua, escusa, havendo essa boa tradução, de por tão pouco a estudar. Mas quem quiser ler um poeta lírico não pode aceitar tradução nenhuma, por fiel que seja à alma do poeta. Tem de aprender a língua em que a poesia foi escrita. [...]"
Sabendo-se que Fernando Pessoa nunca dominou a língua alemã, pretende-se, neste estudo, delinear o percurso da sua relação com esta língua e o modo como ela se liga à sua leitura de um autor que, embora em muito menor escala que Goethe, emerge nalguns pontos da actividade de Pessoa enquanto leitor crítico: Friedrich Schiller.
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Hermenêutica e anti-hermenêutica : Friedrich Schlegel e Schleiermacher
(2010)
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Wilma Patricia Maas
- A fortuna crítica de Friedrich Schlegel é rica em alusões a sua relação com Schleiermacher. Ambos conviveram em Berlim por volta de 1800, época em que Schlegel editava a "Athenäum" e em que Schleiermacher ainda não escrevera seus principais textos sobre hermenêutica. É possível conceber Friedrich Schlegel como um predecessor de Schleiermacher? Na tentativa de responder a essa pergunta, vamos nos deter sobre três textos, todos eles publicados na "Athenäum": o ensaio sobre Lessing ("Über Lessing", 1797), o ensaio sobre o Wilhem Meister de Goethe ("Über Goethes Wilhelm Meisters Lehrjahre", 1798) e o ensaio da ininteligibilidade ("Über die Unverständlichkeit", 1800).