Afrika südlich der Sahara
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Exploradores Alemães em Angola (1611-1954) : Apropriações etnográficas entre comércio de escravos, colonialismo e ciência
(2010)
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Beatrix Heintze
- Contém trinta biografias resumidas de exploradores alemães, na sua maioria, do século XIX, que fizeram pesquisas etnográficas em Angola. As biografias são complementadas por textos extraidos das suas obras, que incluem alguns dos seus relatos etnográficos mais importantes. Dá-se especial atenção à imagem dos viajantes alemães sobre os africanos, bem como às condições e ao contexto em que posteriormente foram redigidos os textos publicados sobre esses encontros. Para além dos aspectos biográficos, interessam-nos sobretudo as condições e a história das origens das nossas fontes, as circunstâncias e o contexto geral da produção do nosso conhecimento. A bibliografia específica sobre cada um dos exploradores fornece, pela primeira vez, uma visão bibliográfica abrangente. As reproduções de algumas esculturas de colecções etnográficas trazidas por esses exploradores, que hoje admiramos como obras primas da arte africana, constituem um contraste visual ilucidativo em relação aos juízos geralmente depreciativos dos coleccionadores acerca desta „tralha feiticista“.
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Introdução à ortografia de Echuwabu
(2010)
- Comparado com Português, Echuwabu tem uma escrita simples e regularizada. Por isso, quem aprende algumas regras básicas há de ver que a leitura em Echuwabu não é igual a Português, mas também não é difícil! Nas línguas nacionais, todas as palavras são escritas como são pronunciadas.
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Planeamento em Bissau : plano de urbanização para Quelélé
(2010)
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Pedro Sangreman Proença
- O trabalho aqui apresentado tem como objectivo elaborar um estudo sobre um bairro de um país africano e, consequentemente realizar um projecto sob a forma de plano para essa mesma área. O país em causa é a Guiné-Bissau e o bairro escolhido foi o de Quelélé, um bairro dentro do perímetro da grande Bissau com uma evolução típica de bairro suburbano, com todas as vantagens e desvantagens que daí advêm. Esta escolha não foi aleatória, muito pelo contrário, fazer um plano para um bairro de Bissau sempre foi um desejo meu desde quecomecei a sentir o que é o Urbanismo. Mais importante do que isso será sem dúvida a relação e o sentimento que tenho para com muitas pessoas daquele país. Tive a oportunidade de conhecer um pouco do que é a Guiné-Bissau numa primeira fase quando vivi por um período de ano e meio em Bissau durante os anos de 90 e 91, e durante os últimos anos nas viagens que espaçadamente me são possibilitadas. Infelizmente no decorrer dos anos 97 e 98 a Guiné-Bissau viu-se a braços com uma guerra interna que mergulhou o país outra vez nos limites de pobreza e sobrevivência. Os motivos não são alvo de minha preocupação para este trabalho, mas sim o estado em que ficou o país tanto a nível humano como a nível de infraestruturas. É assim que nasce o Plano de Urbanização para o Bairro do Quelélé. Este bairro encontrava-se na linha da frente durante a guerra e foi, infelizmente bastante massacrado. Podia ter escolhido outro dos tantos bairros quesofreram com a guerra, mas é com este bairro que tenho uma relação especial. Foi me dada a oportunidade de lá passar muitas horas a viver e a confraternizar com muitas pessoas que hoje vivem horas particularmente difíceis. É a essas pessoas que dedico este trabalho.
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Introdução à ortografia de Cinyanja
(2010)
- Comparado com Português, Cinyanja tem uma escrita simples e regularizada. Por isso, quem aprende algumas regras básicas há de ver que a leitura em Cinyanja não é igual a Português, mas também não é difícil! Nas línguas nacionais, todas as palavras são escritas como são pronunciadas.
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Introdução à ortografia de Lomwé
(2010)
- Comparado com Português, Elomwe tem uma escrita simples e regularizada. Por isso, quem aprende algumas regras básicas há de ver que a leitura em Elomwe não é igual a Português, mas também não é difícil! Nas línguas nacionais, todas as palavras são escritas como são pronunciadas.
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Introdução à ortografia de Makhuwa
(2010)
- Comparado com Português, Makhuwa tem uma escrita simples e regularizada. Por isso, quem aprende algumas regras básicas há de ver que a leitura em Makhuwa não é igual a Português, mas também não é difícil!
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Manual do monitor (parte 1)
(2010)
- Textos preparados para a formação de monitores que vão trabalhar com o Livro de Pré-Alfabetização em língua Ekoti: Osoma na Waatikha wa Ekoti “Mwentto wa Mwanzo”
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Manual do monitor (parte 2)
(2010)
- Textos preparados para a formação de monitores que vão trabalhar com o Livro de Alfabetização em língua Ekoti: Osoma na Waatikha wa Ekoti
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Introdução à ortografia de Kimwani
(2010)